
O
Santos recebeu o
Bolívar na
Vila Belmiro e atropelou os rivais no jogo de volta das
oitavas de final da
Copa Libertadores. Passou por cima. E não anotaram a placa. 8 a 0 fora o baile. O Santos é naturalmente melhor. Mas depois de tudo que aconteceu no
jogo de ida, o Santos ficou ainda melhor. Além da qualidade de seus valores individuais, como
Neymar e
Paulo Henrique Ganso, na noite desta quinta-feira havia também a raiva, a vontade de devolver aos bolivianos a violência e a truculência em La Paz. Só que na bola. E na bola não dá jogo.
Ganso, que agora comemora os seus gols como um legítimo maestro, marcou um
gol de letra. Uma pintura. Uma sonfonia.
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